quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Resquícios a dois... (+18)


"Estávamos em meio a uma reunião de negócios quando, de repente, sinto algo acariciar minha perna por de baixo da mesa.

Ao olhar a minha frente vejo uma cena que para muitos pode parecer normal. Normal, mas não para mim, eu tinha um pé em meio as minhas pernas.

Ela segurava uma caneta azul nas mãos. Quando percebeu meu olhar lentamente colocou a caneta na boca.

O pé entre minhas pernas entrou em perfeito sincronismo com a caneta. Ela a passava pelos lábios vermelhos e carnudos, a lambia e mordia de forma tão delicada que nem parecia uma caneta.

Estava há contar os segundos para o término da reunião.
Não suportaria por muito tempo todas aquelas carícias na caneta e o pé entre minhas pernas. Já estava a ponto de levantar, a pegar pelo braço, sair da reunião e a jogar sobre a primeira mesa que encontrasse.

Após quase meia hora de provocações eis que a reunião termina. Todos se levantam e saem, afoitos para ir embora. Eu e ela, cumplíces do mesmo crime, nos olhamos e esperamos, um a um, deixar o escritório.

Quando já não se ouvia mais nenhuma voz pelos corredores ela levanta da mesa, me olha de forma severa e diz, firmemente:
- Não se mexa, eu já volto.

Meu coração dispara, parece que vai sair pela boca. Ao fundo começo a ouvir o som oco de seu salto batendo contra o piso de porcelanato branco. A cada pisar o som fica mais alto e ao olhar na direção da porta, já posso sentir o calor do corpo dela se aproximar.

Enfim ela aparece. Fecha atrás de si a porta e a tranca. Não tinha reparado, mas ela veste um lindo vestido preto, que define com rigor todas as formas de seu corpo. Um belo colo, seios perfeitos.
O desenho da cintura casa perfeitamente com a volta do quadril. Por baixo do vestido uma meia calça preta. Nos pés um belo salto alto, bem fino.

Ela me olha mais uma vez, no fundo dos olhos. Apoia as mãos sobre a mesa, declina o corpo em minha direção e me fala três palavras de forma lenta e úmida, como se sussurrasse:
- Eu quero sexo.

Nossa...
Antes mesmo que eu pudesse responder alguma coisa a vejo subir na mesa e engatinhar sobre ela na minha direção. Quando chegou a um palmo do meu nariz parou e pude sentir a sua respiração ofegante.

Eu a queria mais que tudo, a desejava, pensava em o que fazer, mas não sabia por onde começar. Nem precisava...
Ainda sobre a mesa ela afrouxou o nó da minha gravata. Tirou ela bem devagar e a desprezou em seguida, jogando-a ao meu lado. Desabotoou cada um dos botões da minha camisa e, só depois de abrir o último, se apresentou ao meu tórax.

Senti pela primeira vez a textura de sua boca. Enquanto beijava o meu pescoço senti suas mãos em meu cinto. Fechei os olhos e por um instante fiquei com medo de voltar a abri-los.
E se fosse um sonho?

Depois de abrir o cinto foi a vez da calça. Primeiro o botão. O zíper foi aberto elo por elo. Ela só poderia estar de brincadeira ou querendo me enlouquecer de tesão. Só depois de sentir seus dedos tateando o cós de minha Zorba foi que tive coragem de abrir os olhos.

Sim. Era verdade, ela estava ali, ainda sobre a mesa, não mais de joelhos como antes, já estava deitada. Acredito que fez isso para alcançar o seu objeto de desejo, meu pênis.
Assim que o tirou de dentro da Zorba o transformou em sua caneta. Ela começou a beijá-lo, depois o passou por toda a boca, o engoliu, lambeu de cima a baixo. Fez o mesmo com as minhas bolas e voltou ao pênis.

Com as duas mãos empurrou minha cadeira para trás, se ajoelhou de novo na mesa, apoiou-se sobre as duas mãos, me lançou o olhar mais sexy que já vi na vida e me deu a primeira instrução:
- Tire por completo suas calças e venha até aqui, preciso te chupar.

 Como não obedecer? Tirei não só as calças, mas também os sapatos e as meias. Ao me aproximar dela novamente acordei. Estava na hora de começar a fazer algo. Ela ainda estava inteira vestida.
Senti, meio que de supetão, meu pênis ser engolido novamente. Perdi o pensamento e resolvi apenas segurar seus cabelos e acompanhar os movimentos que ela fazia, a fim de saciar a sua vontade e me dar prazer.

Tudo foi ficando tão intenso, eu estava tão à flor da pele que resolvi, de uma vez por todas, entrar em ação. Me afastei da mesa, e a puxei. Fiz com que ela sentasse, de pernas aberta, bem a minha frente.
Foi minha vez de olhar para ela e dizer:
- Chega. Agora é minha vez.

Ela passou a língua pelos lábios e, com um risinho safado, me desafiou:
- Mostre-me do que você é capaz.

Sentei na cadeira e tive a visão do paraíso. Ela estava há minha frente, de pernas abertas. Ainda com o vestido, a meia e os sapatos nos lugares, mas isso não iria durar muito tempo. Passei a mão pelas suas coxas e levantei o vestido até perto de seu quadril.

Como em um ato hostil, coloquei minha cara no meio de suas pernas para sentir seu aroma. Ela suspirou fundo, que delicia de gemido. Passei minha língua por cima da meia calça e de sua calcinha, pude sentir o gosto doce que me esperava.

Fui um pouco mais ousado e, ao invés de me inspirar da mesma delicadeza que ela usou ao tirar as minhas vestes, resolvi a rasgar. Segurei a meia calça dela com as duas mãos e fiz um belo buraco. Com isso ouvi mais um longo gemido. Dessa vez mais úmido que o primeiro.

Ela apoiou os pés nos braços da minha cadeira e abriu um pouco mais as pernas, me deixando com uma visão mais privilegiada. Eu estava ali, entre uma calcinha e o fruto tão desejado. Lambi primeiro a tela que me separava dela e fui ouvindo aos poucos os sussurros e gemidos mais saborosos de todos.

Puxei, com um de meus dedos, a calcinha preta de renda inglesa para o lado e admirei sua rosada vagina. Antes de me saborear, a cheirei. Passei todo o meu rosto por ela, passei ainda cada um de meus curiosos dedos, só então a beijei.

Os sussurros e gemidos me incentivavam a ir mais longe, mais a fundo até que senti em minha nuca sua mão a me guiar.
- É bem ai. Lambe, lambe, lambe. Não para... Vai... Assim, bem devagar.

Eu seguia os mandamentos dela, todos, bem a risca. Podia sentir suas contrações pulsando em minha boca, queria que ela explodisse de prazer, seria incrível faze-la gozar bem ali, sobre a mesa, com as pernas envoltas ao meu pescoço.

Gozou.

Senti ela relaxar aos poucos. Foi se esticando sobre a mesa e contraindo uma das pernas. Quando já estava completamente tomada pelo tesão, desabou. Era hora de partir para a segunda parte do show. Eu estava latejando, também queria gozar. E ela sabia disso.

Sentou novamente na mesa e me olhou com os mesmos olhos de ressaca já relatados por um famoso poeta, esqueci o nome dele, estava tomado pelo tesão.

Os olhos me queimaram por dentro. Puxei-a pelo braço, virei de costas para mim e a joguei sobre a mesa. Terminei de rasgar a meia calça e a joguei em um canto, abri o zíper de seu vestido e o tirei, deslizando minhas mãos por todo aquele corpo quente e ainda trêmulo.

Encaixei-me atrás dela a fim de impedi-la de mudar a posição. Segurei em seu cabelo, como sendo um rabo de cavalo, puxei e a curvei até mim. Sussurei em seu ouvido:
- Vou fazer loucuras com você.
- Duvido, - disse ela em tom questionador. Isso não me intimidou muito pelo contrário, me deu ainda mais tesão.

Abri o ferrolho do seu sutiã e acariciei com as duas mãos seus seios. Após isso coloquei dois dedos em sua boca e ordenei que ela os chupasse. Depois deslizei com a mão pelo corpo dela, até encontrar sua vagina. Massageei seu clitóris e introduzi meus dedos em sua vagina úmida e quente.

Com a outra mão peguei uma de suas pernas e coloquei sobre a mesa. O caminho estava livre. Eu segurei meu pênis com determinação e a introduzi. Senti o corpo dela inteiro tremer enquanto eu a penetrava e masturbava.

Depois de algumas estocadas parei, ajoelhei aos seus pés e comecei a chupar. Ela delirava de prazer, gemia de forma contínua e ritmada, uma sinfonia para qualquer apreciador de um bom sexo. Depois de chupar por um tempo voltei a introduzir, agora com um pouco mais de pressão.
- Vai gostoso, me fode com vontade, vai. Eu sou uma menina má, me castigue... – sussurrava ela em meio aos gemidos, a fim de me incentivar.

Ela, por iniciativa própria, resolveu mudar de posição. Baixou a perna, se virou de frente pra mim e abaixou-se a minha frente. Me chupou com vontade, lambeu as minhas bolas e esfregou meu pênis pelos seus seios. Depois disso deitou na mesa, ergueu as pernas em 90° e ordenou:
- Me chupa e me fode... Me fode e chupa. Faça isso até eu gozar.

Outra visão de dar gosto. Ela, deitada sobre a mesa, com as pernas para o alto e aquela vagina ali, a espera da minha língua, do meu pênis. Fiz como ela pediu, mas inverti a ordem. Primeiro a estoquei. Abracei suas pernas com um dos braços e com a mão livre direcionei meu pênis a sua vagina.
Quando já estava no ir e vir coloquei dois dedos em sua boca e depois acariciei seus mamilos, rosados e rígidos. Estoquei de acordo com o ritmo de seus gemidos e quando senti as contrações parei, abri suas pernas e a chupei.

Mais uma vez ela gozou, se derreteu de tanto prazer, o corpo ficou todo mole, ao contrário de mim, que estava cada vez mais duro.

Confesso que me dá medo o olhar dela após o gozo. Ela me olhou dessa forma e pediu que eu deitasse sobre a mesa. Ela me surpreende, sempre. Ajoelhou na mesa, ao meu lado e então ficou em pé, em cima de mim.

Depois jogou uma perna para cada lado do meu corpo e me mostrou a vagina dela sobre outra perspectiva. Foi então que ela se ajoelhou sobre a minha cabeça e eu fiz o oral mais incrível de todos. Ela me indicava o que fazer com a próxima vagina, demais.

Em seguida se virou de costas pra mim e iniciou um meia-nove (69). Não poderia ter a minha frente tamanha perfeição e não aproveitar tudo o que via. Levei um dedo a boca e, depois de úmido, comecei a acariciar seu ânus.

Senti algo diferente em relação ao boquete. Ela estava mais fogosa, com mais vontade, menos impetuosa. Levei mais um dedo a boca e passei a chupar o clitóris, foder sua vagina com dois dedos e acariciar o ânus. Ela foi à loucura. E eu, por tabela, fui também.

Quando introduzi o dedo em seu ânus ela parou com o boquete, empinou mais a bunda e começou a fazer os movimentos, a fim de que eu parece com o anal. Mas, por outro lado, pedia que eu não parece de lamber e de a masturbar com o dedo na vagina.

Virou-se pra mim com aquele olhar, segurou em meu pênis e o introduziu em sua vagina. A forma como ela rebola é incrível, consigo sentir cada parte do interior da sua vagina. Ela então se estica toda, olha para o teto, coloca as mãos sobre o meu peito e acelera.

Com o dedão acaricio seu clitóris e ajudo ela a chegar em seu terceiro orgasmo. A visão é linda, ela estava radiante, cavalgando sem dó em cima do meu pênis e quando estava em seu ápice senti as contrações e uma lubrificação mais quente.

Eu ainda não tinha gozado, estava cheio de tesão mas não queria perder nenhuma parte do show. Para minha surpresa ela desceu da mesa, pegou minha gravata e pediu que eu me sentasse.

Vendou meus olhos com a gravata, pediu que eu deitasse sobre a mesa, colocou meus pés apoiados nos braços da cadeira e se sentou. Ao aproximar a cadeira da mesa minhas pernas se abriram, assustei, mas me deixei levar pelo tesão e pela curiosidade.

Ela me chupou de uma forma que nenhuma mulher vai me chupar, tenho certeza. Começou pelo meu pênis, o engoliu por inteiro. Depois passou a atenção para as bolas, colocou as duas na boca de uma só vez. Acariciou minha zona de perigo, que fica entre as bolas e o ânus, e cheguei ao meu limite de tesão quando ela então resolveu lambeu a entrada do reto.

Não consegui me segurar, arrebentei as amarras feitas com a gravata, a puxei pelo braço, joguei-a novamente por sobre mesa e sussurrei:
- Você pode até pedir para eu parar, mas enquanto eu não gozar, não paro.

Agachei-me atrás dela e a lambi. Penetrei sua vagina com os dedos enquanto a lambia e acariciei o ânus. Ela treme todo o corpo de tesão quando a chupo, gosta de oral tanto quanto eu. Isso me excita, mas não é suficiente para me fazer gozar.

De repente ouço dela um pedido que me faz quase explodir:
- Me pega por trás, em pé, com pressão, lambuza a minha bunda com sua porra.

Começo a lamber em ritmo acelerado o seu ânus, misturo a isso uma masturbação bem feita em seu clitóris, com penetrações suaves de um e dois dedos curiosos e ágeis. Quando a sinto bem relaxada e certa de seu pedido, começo a introduzir, sem pressa, dedos em seu ânus.

Um após o outro, seguidos de gemidos contidos, secos, que aos poucos vão se transformando nos gemidos de sempre. Eu continuo a masturbando e a penetrando com uma mão quando resolvo tentar a penetrar por trás, em pé, com pressão e assim lambuzar sua bunda com minha porra, de acordo com o pedido dela.

Seguro meu pênis com firmeza e começo. Um pouquinho de cada vez, bem devagar, sentindo a pressão que me empurra para fora e a vontade dela que me puxa para dentro. Eu também estou louco de desejo para que tudo dê certo e quando percebo já estou lá dentro.

Ela agora é quem dá as ordens. Indo e vindo, se apropriando do meu pênis, devastando um universo ainda não explorado nem por mim e nem por ela. A sensação é primeiro curiosa e depois que nos rendemos ao prazer ela me permitiu estocar.

Bati uma, duas, três, dez vezes e comecei a sentir as pernas bambas. Avisei a ela que iria gozar e ela me incentivou:
- Vai gostoso, goza na minha bunda, goza...

Resolvi ser mais cachorro, resolvi entrar de corpo e alma no clima. Estávamos a quase três horas fazendo sexo e ainda não tinha saído nenhuma sacanagem suja, eu precisava sujar a cena.
- Vou gozar, mas no seu cu. E quero que você goze comigo. Sente o meu pau, sente, goza no meu pau, goza no meu pau, vai.

Funcionou. Ela se liberou, deu uma relaxada incrível e nós dois gememos juntos, curtindo aquela sensação curiosa por uns cinco minutos até que me lembrei de seu clitóris.

Eu já estava quase lá e queria dar mais um pouco de prazer a ela. Coloquei meus dedos em sua boca, ela os chupou. Comecei a acariciar seus peitos com a outra mão e cheguei ao seu clitóris. O senti pulsando em meus dedos e isso me bastou.

Depois de gozar e lambuzar a bunda dela como devia ser, a virei de frente pra mim, nos olhamos bem fundo nos olhos, acariciei seu rosto e trocamos o primeiro beijo. Este deveria acalmar os ânimos, mas não, nos atiçou ainda mais.
- No meu carro ou no seu, - perguntou ela.
Colocamos nossas roupas, demos uma ajeitada na sala de reunião e partimos para mais uma loucura."

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