sexta-feira, 13 de março de 2015

Resquícios esquecidos... (+ 18) Parte 1





Não trocamos se quer uma palavra.
Eu, só de olhar para ele tremia. Não sabia se de medo, frio ou ansiedade.
Já ele, estava ofegante. Não sei se pela breve corrida do carro até as ruínas do velho posto, se por anseio ou também por medo.

Olhava para ele com um estranho desejo. A camisa branca, toda molhada, dava uma ideia do que havia por baixo dela. No braço, uma tatuagem chamava a atenção. A calça jeans, já surrada, marcava o relevo das coxas, da bunda e de seu pênis, já meio ereto.

Ele não tirava os olhos do meu vestido. Um floral soltinho cheio de botões, de cima a baixo. Podia sentir a gana dele em abrir cada um deles, devagar, sem presa, só para apreciar o momento.

Foi então que ele se aproximou, me pegou pelo braço e puxou para perto dele.
Sem dizer nada deslizou a mão direita pela minha coxa.
Com a mão esquerda segurou meu pescoço.
Sussurrou então as primeiras palavras ao pé do meu ouvido:
- Não adianta gritar, ninguém vai te ouvir.

Era bem isso que eu queria: gritar.
Gritar de prazer, e bem alto, sem medo de ser ouvida.
Já sem o medo inicial ordenei que ele mostrasse do que era capaz.

Beijou meu pescoço enquanto apertava minha bunda com a mão. Tirei sua camisa molhada e sequei todo seu tórax com a boca.
Ele me colocou sobre a bancada do antigo bar da loja de conveniências, abriu minhas pernas e entrou no meio.

Com as duas mãos abriu, um a um, os 22 botões do meu vestido. A cada nova parte do meu corpo que era descoberta, um beijo.
No sexto botão descobriu meus peitos. Acariciou cada um deles com as mãos, os beijou delicadamente e mamou com desejo.

Depois de dez botões abertos encontrou minha cintura. Mordiscou toda a sua circunferência. Apalpou com as mãos fortes e, sem perder tempo, foi para os demais botões.
No décimo quinto botão encontrou minha calcinha.

O resto dos botões não o atrapalhavam mais. Simplesmente esqueceu deles e tirou meu vestido.
Olhou para mim, segurou minha calcinha e, com força, a rasgou.
Foi tão excitante que quando senti sua mão quente no interior da minha coxa tremi. Com uma das mãos fez com que eu inclinasse meu corpo para trás, me deitando sobre o balcão.

Encostou todo seu corpo quente sobre o meu, ainda trêmulo. Beijou minha boca, meus peitos, desceu pela cintura e, de joelhos, cheirou minha vagina.
Senti o bafo quente dele antes mesmo de sentir a língua a me chupar. Com uma das mãos acariciava meu clitóris, com a outra me penetrava e com a língua completava o serviço.
E foi assim por um bom tempo. Ele de joelhos em meio às minhas pernas, me masturbando e chupando minha vagina, fazendo eu delirar de prazer.

Sem nenhuma cerimônia se sentou no chão e pediu que eu me virasse.
Me colocou de pernas abertas sobre a boca dele. Nunca fui chupada assim. Me aproveitei e me masturbei com sua boca e seu nariz. Enquanto me chupava em ritmo acerelado acariciava minha bunda e meus seios.

Gozei.
Ali.
Em pé.
Na boca dele.

Sem dar tempo para que eu pensasse, se levantou, abriu o zíper da calça, pegou o pênis, colocou pra fora e pediu que eu chupasse.
Acariciava as bolas enquanto engolia, em ritmo alterado, seu pênis grande, grosso e pulsante. Podia sentir o tesão dele só pelas pulsadas.
Chupei as bolas enquanto o masturbava com a mão.
Engoli todo o pênis, lambi, mordisquei, engoli de novo. Não conseguia parar, estava tomada de desejo.

Senti suas mãos deslizarem entre minhas coxas e pulsei. Queria sentir ele em mim.
- Vem.
Me pegou pelas pernas e me sentou no colo dele.
Com as mãos no meu quadril ditava o ritmo das estocadas. Um vai e vem orquestrado por gemidos tímidos, meus e dele.
Ele acelera o ritmo, puxa meu cabelo para trás e sussurra ao meu ouvido:
- Quero ouvir você gemer.

Gemo. Cada vez mais alto.
Ele fode cada vez com mais força, com mais vontade e de repente para e me joga sobre o balcão do bar de bruços. Antes de penetrar me coloca de joelhos e me chupa. Uma, duas, três vezes.
Desliza uma das mãos sobre minha barriga, encontra meu peito, o aperta e então me penetra.
Gemo outra vez.

Ele empina minha bunda, abaixa minhas costas e puxa meu cabelo para trás. Como ele é gostoso.
- Gostou do meu pau?
Como não gostar? Ele coloca todo o pau dentro da minha vagina, soca com forma e cada vez mais rápido. Segue com seu ritual até que ele começa a tremer.
Diminui a velocidade das estocadas e então goza.


(Continua...)
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