domingo, 29 de janeiro de 2012

Resquícios de pizza.

Quentinha, crocante, saborosa e bem recheada.
Assim é conhecido o prato tradicional do domingo: a pizza.
Mas por que o domingo ficou conhecido como o dia da pizza?

Sinceramente não sei, por que pra mim, pizza não tem dia.
Eu, por exemplo, não tenho dia para colocar no meu cardápio essa tão maravilhosa invenção, qualquer dia é dia, qualquer hora é hora, ainda mais quando falamos da pizza do Empório Luna.

No cardápio da pizzaria Empório Luna temos uma variada gama de sabores, feitos com ingredientes selecionados e preparados em forno à lenha.
Além de um sabor incomparável, o salão da pizzaria ainda nos faz acreditar que estamos saboreando uma deliciosa pizza na capital paulista.


Entre uma das minhas favoritas está a de Abobrinha.
Além da massa fininha e crocante, a pizza é preparada com o tradicional molho Luna, mussarela, abobrinha em conserva e alho.
Delíciosa.

O Empório Luna ainda oferece a seus clientes uma completa carta de vinhos, entradas e sobremesas.
Para saber mais sobre a casa acesse a página da pizzaria Empório Luna no Facebook.


Ahhh, e aproveite... esse final de semana a casa está com uma promoção incrível para quem for experimentar a tão famosa pizza no salão. Imprima essa imagem e a leve com você para a Empório Luna. Apresente para o atendente e ganhe uma jarra de vinho.

Imperdível.
A imagem grande para a impressão pode ser encontrada no Facebbok da Empório Luna. É só clicar aqui.


Bom, mais tarde eu estarei lá para me deliciar com a pizza de Abobrinha acompanhada da minha jarra de pizza. Vou pedir uma burrata de entrada e um petit gateau de sobremesa... Quero encontrar muitos de vocês por lá, viu...

Beijos e fica a dica para toda a semana. A Empório Luna abre todos os dias, das 18h às 24h. E ainda oferece serviço de happy hour.


quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Resquícios do que não é meu

Ando meio cansada de só dividir a cama com travesseiros. Parece estranho isso né, mas ando rodeada por eles. Estou farta também de só sonhar com as mesmas coisas.
Coisas essas que já não me dizem nada de novo. Repetições vagas de contextos irreais.

Uma casa nova, novas realizações, a concretização de algo que parecia tão longe. Amigos que são especiais, cada um em seu momento. Adoro receber a visita deles, mas sinto falta das suas, que ainda não tive o prazer de receber.

As vezes sinto uma vontade imensa de sumir. Ainda não tive garra o bastante para me afogar em uma banheira de mágoas e ficar ali dentro, me alimentando de sofreina e auto-piedade.
A controvérsia faz parte de mim, é desse movimento sinuoso que vos falo. Pena que ele não é tão claro para mim, por isso não vai ser nada fácil de descrever. Quem dirá de entender.

Tenho vivido em um mundo de ilusão. Nada me parece real.
Não consigo mais me apaixonar por ninguém por conta de um medo tremendo de mais uma vez sair ferida.
Quando me deixo levar percebo que algo mais forte impede que eu me entregue.
Ai vem a tal pergunta: Porque?

Não saber explicar o que aconteceu é fácil. Difícil, ou até mesmo complicado, há quem diga impossível, é ter que aceitar que na verdade tudo não passou de uma ilusão.
Mais uma pergunta, só para confundir ainda mais a cabeça: Será?

Queria ter essas respostas.
Queria dar essas respostas para mim mesma.

sábado, 5 de novembro de 2011

Resquícios de pedido ao Santo

Santo Antônio, minha esperança
Já tem um tempo, não me lembro ao certo quanto, que ganhei de presente uma imagem do tal santo casamenteiro da tia Bil, editora executiva do BOM DIA. Assim que ele chegou em minhas mãos já fui logo o pendurando, de cabeça para baixo, na cortina do jornal, esperando que isso me trouxesse sorte. Acredito que não tenha dado muito certo.

A resposta para isso é bem simples, ainda estou solteira. Acredite se quiser. Não tenho nem se quer um paquera oficial. O que eu tenho, não posso ter, ou seja, não tenho. Ah, nem adianta deixar comentário perguntando quem é ou dizendo: "ah, é fulano", por que eu não vou dizer nem que sim, nem que não, vou apenas ignorar. E vocês sabem que eu farei isso mesmo.

Quer ajudar? Então encabeçe uma missão totalmente possível no Facebook com os seguintes dizeres: "Vamos arrumar um bom partido para a Jana Moraes". Agora, não me venha com brincadeiras sem graça. A coisa aqui, mesmo que não pareça, é séria.

Agora,vamos às explicações. Sempre fui uma menina mais pacata. Ao invés de sair por ai beijando bocas com nomes desconhecidos, preferia namorar. Meu primeiro namoro durou cinco anos e meio. Depois do termino fiquei um pouco solteira, curtindo o tal do "luto", como diz minha tia. Ai apareceu um rapaz, com quem fiquei por um ano e meio.

Em seguida, mais um "luto", e depois dele um rolo rápido, mas que mexeu e ainda mexe comigo em alguns raros momentos. Para esquecer esse rolo, não teve "luto" que deu jeito, mas... Um namoro meio que traumático, de apenas três meses, me deu de presente o meu maior "luto", não me pergunte o por que. Será que foi macumba? Um feitiço ou mal agorro? Credito nisso não.

Todos esses romances eu tive na minha cidade natal, uma linda Ilha Solteira. Será que o meu status de solteira se dá por conta disso? Maldiçãooooooo.
Já em Rio Preto tive dois rolinhos mais sérios. Os dois duraram a eternidade de um suspiro. Rápido assim, pensa que é fácil? Um novo demais e o outro, mesmo com idade suficiente para ser maduro, prefere se esconder atrás da sagacidade de um meninão de 15 anos. Fazer o que né?

De uns dias pra cá resolvi que preciso arrumar alguém pra mim. Alguém com quem eu consiga dividir as minhas preocupações, o travesseiro e por que não um espaço ao sol lá na piscina do meu condomínio. Por isso, peço aqui a atenção dos cuecas de plantão. Preciso de um papai para o Joaquim, uma calopsita levada e muuuuuuuuuuuito mimada. Quem se habilita?